{"key":"01e2ba51-941b-42e1-af88-d73d149bfa00","installationKey":"7139fa37-d3c7-4b94-b826-3f50d1224be2","publishingOrganizationKey":"41ca9bfb-db55-44e0-809b-0a91f55d3670","doi":"10.71819/hqzihd","version":"2.5","external":false,"numConstituents":0,"type":"SAMPLING_EVENT","subtype":"OBSERVATION","title":"PMQQS | Abundância total de organismos da meiofauna bentônica nos pontos amostrados nos estuários (janeiro/2024)","description":"<p>Dados de meiofauna do monitoramento das Comunidades Aquáticas do Programa de Monitoramento Quali-quantitativo Sistemático de Água e Sedimentos (PMQQS) conduzido em decorrência do rompimento da barragem de rejeitos da Samarco em 2015, com o objetivo de avaliar a diversidade de organismos bentônicos através de índices ecológicos, grupos indicadores, espécies exóticas e de interesse sanitário. 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trechos separados entre si pelas Usinas Hidrelétricas (UHEs) Risoleta Neves (Barragem Candonga), Baguari e Aimorés, nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo.","relatedProjects":[],"abstract":"O Programa de Monitoramento Quali-Quantitativo Sistemático de Água e Sedimento (PMQQS) conduzido sob orientação e supervisão do Grupo Técnico de Acompanhamento (GTA-PMQQS), ligado ao Comitê Interfederativo (CIF), órgão colegiado que acompanha e monitora a execução das medidas de reparação na bacia do rio Doce, após o desastre do rompimento da barragem de Fundão. O monitoramento atende às demandas dos órgãos reguladores: Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico – ANA, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio, Instituto Mineiro de Gestão das Águas – IGAM, Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo – IEMA e Agência Estadual de Recursos Hídricos – AGERH.  O objetivo principal desse projeto é monitorar a bacia do rio Doce, áreas estuarinas e costeiras afetadas pelo desastre, por meio de coleta de amostras de água e sedimento para análises laboratoriais. Essas coletas são realizadas em estações de monitoramento, tanto manuais quanto automáticas localizadas ao longo do Rio Doce em diferentes profundidades, onde são estimados parâmetros meteorológicos (pluviosidade e temperatura do ar) e de qualidade de água (temperatura da água, oxigênio dissolvido, pH, condutividade elétrica, turbidez, clorofila-a, ficocianina). As amostras coletadas são analisadas em laboratórios, e relatórios periódicos são produzidos sobre os parâmetros fornecendo informações para auxiliar nas tomadas de decisão dos órgãos reguladores."},"samplingDescription":{"studyExtent":"O monitoramento foi realizado em 13 pontos amostrais localizados em 7 estuários ao longo da costa central e norte do Espírito Santo. Em cada estuário foram definidos dois pontos a serem monitorados, um mais próximo e outro mais afastado da foz.","sampling":"A malha amostral da zona costeira e estuarina totalizam 27 pontos amostrais. Sendo nos estuários 13 pontos amostrais localizados em 7 estuários ao longo da costa central e norte do Espírito Santo. Em cada estuário foram definidos dois pontos a serem monitorados, um mais próximo e outro mais afastado da foz. E na zona costeira corresponde a 14 pontos amostrais. O processo de amostragem da fauna bentônica seguiu o mesmo protocolo de coleta de sedimentos, utilizando um coletor tipo draga, com frequência bimestral para coincidir com os ciclos de maré.","qualityControl":"Para os limites de quantificação de cada parâmetro de qualidade de água avaliados deverão ser compatíveis com os padrões de qualidade definidos pela Resolução CONAMA n° 357/2005 e da Deliberação Normativa Conjunta COPAM/CERH-MG n° 01/2008. E, os limites de quantificação para as análises de metais em sedimentos serão também compatíveis com os níveis de classificação estabelecidos na Resolução CONAMA nº 454/2012, e seguir as recomendações da ANA & CETESB (2012), ABNT NBR-9898:1987 e ABNT NBR-15469:2015.","methodSteps":["Para amostragem da meiofauna bentônica (menor que 63 micrômetros) em zona estuarina e costeira utiliza o mesmo procedimento da coleta de sedimento. As amostragens foram realizadas com um coletor do tipo draga, de preferência em áreas de deposição (agradação), identificadas pela presença de sedimento siltoso e arenoso mais fino. A draga utilizada deve possuir uma janela de inspeção que permita a sub-amostragem da meiofauna sem abrir a draga e desmobilizar o sedimento. Dessa forma, com a draga ainda fechada, as amostras para as comunidades de meiofauna foram coletadas em cada réplica amostral através de uma sub-amostra com um tubo de acrílico ou plástico de 5 cm de diâmetro e 3 cm de profundidade. Foram coletadas 3 sub-amostras, uma de cada réplica que foram preservadas com formol a 4% e conduzidas ao laboratório, onde foram peneiradas. As amostras preservadas foram elutriadas em laboratório seguindo os métodos de extração com sílica coloidal ou Ludox. O material separado com os animais foi colocado em placa de Petri para centrifugação manual, sendo o sobrenadante vertido em placas de Dolffus, composta de 200 quadrados de 0,25 cm quadrados cada. Em estereomicroscópio, foi realizada a contagem dos grandes grupos zoológicos e separação com auxílio de estilete. Os espécimes foram quantificados e acomodados em tubos de Eppendorf, com formol a 4%. 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